Prefeitura conclui demolição de segundo prédio ilegal na Muzema, Zona Oeste do Rio

 

Prefeitura conclui demolição de segundo prédio ilegal na Muzema — Foto: Hudson Pontes/Prefeitura do Rio/Divulgação

Prefeitura conclui demolição de segundo prédio ilegal na Muzema — Foto: Hudson Pontes/Prefeitura do Rio/Divulgação

A Prefeitura do Rio concluiu nesta segunda-feira (27) a demolição do segundo prédio erguido de forma ilegal no Condomínio Figueiras do Itanhangá, na Muzema, Zona Oeste do Rio. Em abril, 24 pessoas morreram no desabamento de dois edifícios no mesmo condomínio.

De acordo com a administração municipal, também nesta segunda funcionários começaram a demolir um outro prédio irregular no mesmo local. A construção tem seis andares e será derrubada de forma manual. A previsão da prefeitura é que os trabalhos sejam concluídos em até três semanas.

O imóvel derrubado nesta segunda era um prédio vermelho, de oito andares, que ficava no lote 92 do Figueiras do Itanhangá. Cerca de 20 homens da Coordenadoria Geral de Operações Especiais, órgão vinculado à Secretaria de Conservação, trabalharam na demolição.

Por conta da altura do edifício, os funcionários começaram a derrubar o prédio de forma manual. O objetivo era evitar que outras construções próximas sofressem com abalos estruturais.

Imóvel demolido nesta segunda tinha 8 andares — Foto: Hudson Pontes/Prefeitura do Rio/Divulgação

Imóvel demolido nesta segunda tinha 8 andares — Foto: Hudson Pontes/Prefeitura do Rio/Divulgação

O trabalho começou a ser feito no dia 30 de abril por paredes internas e pela cobertura, e seguiram assim até esta segunda, quando a altura do prédio chegou ao equivalente a quatro andares. O serviço foi finalizado antes do prazo inicial de 30 dias e envolveu, ao todo, 60 trabalhadores de diversos órgãos municipais.

No dia 24 de abril, a Secretaria de Conservação já havia demolido um prédio de três andares que estava em construção no lote 93-A. Segundo laudo da Defesa Civil realizado após os desabamentos, essas construções tinham risco iminente de colapso e deveriam ser demolidas imediatamente.

A prefeitura informou, em nota, que não vai retirar o entulho gerado pelas demolições porque pretende criar um parque na região da Muzema em homenagem às vítimas dos desabamentos. Um dos objetivos é impedir a construção de novos prédios irregulares na comunidade.

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