Lei Seca vai ampliar atuação de blitz para detecção de substâncias entorpecentes

Agentes da Lei Seca participaram de missa para celebrar 10 anos do projeto no RJ — Foto: Alba Valéria Mendonça / G1Agentes da Lei Seca participaram de missa para celebrar 10 anos do projeto no RJ — Foto: Alba Valéria Mendonça / G1

Agentes da Lei Seca participaram de missa para celebrar 10 anos do projeto no RJ — Foto: Alba Valéria Mendonça / G1

 

No dia que a Operação Lei Seca completa 10 anos, o autor da lei, o deputado federal Hugo Leal, anunciou que vai estender a legislação para, além da medição do nível de álcool ingerido por motorista, medir também a ingestão de substâncias psicoativas.

Leal disse que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e a Polícia Rodoviária Federal já estão há dois anos fazendo estudos para a extensão da fiscalização sobre cinco tipos de substâncias, como opiáceos e alucinógenos, por exemplo. O anúncio foi feito durante missa que celebrou os 10 anos da Operação Lei Seca no Rio de Janeiro.

Cinco equipamentos, chamados de drogômetro, foram importados e estão sendo testados pelo Inmetro. Um deles já está sendo usado experimentalmente no Rio Grande do Sul.

“Esse equipamento detectaria não só usos de drogas ilícitas, mas também remédios que possam interferir na atenção do motorista. O drogômetro funciona como o bafômetro. A medição é feita através da saliva e o resultado sai em três minutos”, disse o deputado que disse que acredita que essa extensão da operação já comece a ser implantada este ano.

Missa em comemoração aos 10 anos da Operação Lei Seca — Foto: Reprodução / TV GloboMissa em comemoração aos 10 anos da Operação Lei Seca — Foto: Reprodução / TV Globo

Missa em comemoração aos 10 anos da Operação Lei Seca — Foto: Reprodução / TV Globo

 

Redução de 53% no número de acidentes

Antes da missa, o coordenadora responsável pela Lei Seca, delegada Verônica de Oliveira, disse que o projeto mudou o comportamento dos motoristas e ajudou a reduzir em 53% o número de acidentes provocados por motoristas que tinham ingerido bebida alcoólica no Rio de Janeiro, de acordo com dados do DPVAT.

“A operação tem aprovação da população, que não vê a Lei Seca somente como uma blitz, mas também um projeto de prevenção e educação. E de inclusão social das vítimas desses acidentes no programa”, disse a delegada.

O superintendente da Lei Seca, major Caros Eduardo Falconi destacou que a Lei Seca é um case de sucesso, com 3,5 milhões de motoristas abordados, 22 mil ações no estado, no qual mais de 500 mil veículos foram multados, 119 mil rebocados e mais de 220 mil carteiras de habilitação recolhidas por casos de alcoolemia.

“Este ano ampliamos o programa pra 24 horas, com a integração com os projetos Segurança Presente e Bomba Limpa e também com Operação Verão, com a Capitania dos Portos”, destacou o superintendente.

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